segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Obras no Albergue

Uma semana depois do início do ano escutista, o Clã começou logo a trabalhar....
Projectadas há uma série de tempo, foram finalmente realizadas as obras de remodelação do Albergue. Depois de se ter rebocado as paredes laterais, eis que se deu cor ao nosso espaço!!!
O trabalho começou cedo: às 9h30 já havia gente pronta a trabalhar. Depois de se alisar mais um pouco as paredes rebocadas, começou-se então a pintar paredes: as laterais de branco e a do fundo de vermelho, a cor da secção. Aproveitou-se também para pintar a parede do fundo do nosso espaço de material (a arrumação deste ficou para outras núpcias!!!). E de manhã ainda se deu a chamda "segunda-de-mão".
A malta a trablhar no Albergue....
No nosso cantinho do material...
Após o almoço, segui-se uma actividade de agrupamento, denominada ACTICARGOS, que consistiu numa série de ateliers onde cada pessoa aprendeu a importância do seu cargo, assim como a desempenhá-lo da melhor maneira quer no seu Bando/Patrulha/Equipa/Tribo, quer na sua secção. Esta actividade permitiu também conhecer alguns elementos novos do agrupamento.
Posto isto, voltou-se par ao Albergue par ase dar mais algumas "segundas-de-mão" que não tinham sido dadas de manhã. Mas ainda deu tempo para fazer "arte rupestre" nas nossas renovadas pardes!!!! Na vermelha, desenhou-se os 6 símbolos da IV: o Evangelho, a Fogueira, a Tenda, a Mochila, o Pão e a Vara Bifurcada.
No lado comum do Albergue escreveu-se a identificação do Clã e no espaço reservado para as tribos, representou-se as respectivas iniciais: DD de D. Dinis e DS de D. Sebastião.
Em jeito de avaliação, a actividade correr muito bem, servindo para integrar os noviços, assim como fortalecer amizades e o espírito deste novo Clã, deixando o nosso Albergue um pouco melhor do que o encontrámos...
Que seja a primeira de muitas aventuras deste ano!!!!

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Abertura do Ano Escutista

Em dia de abertura oficial do Ano Escutista (1 Outubro), a agitação e as actividades foram muitas!
Todo o Agrupamento se dirigiu para a Quinta do Conventinho para fazer a abertura do ano, as passagens de secção e as actividades de cada Unidade.
No Clã, tivemos três grandes reforços, João, Rita e Rui!

Fizemos um jogo de acolhimento aos noviços em que seria testada a confiança que depositam em nós. Fizemo-lo através do jogo do pêndulo! Eles confiaram em nós! Nós é que por vezes nos vimos em papos de aranha para os segurar! Mas, ninguém caiu! Significa portanto que confiaram e bem no Clã que os acolhia e que não os deixou ficar mal, na medida em que ninguém caiu ao chão!
Depois, num momento de secção, o acolhimento continuou com um jogo onde era apresentada a simbologia da IV, cruzada com o tema do Agrupamento e da actividade – Tempo para Unificar / Tempo para crescer.
Aí, fizemos um relógio de sol... estranho que só dava minimamente certo se o orientássemos a sul! Enfim, valeu pela ideia e ficou muito giro!


As equipas tiveram ainda tempo para reunir e começar a preparar já algumas ideias daquilo que pretendem empreender este ano.
Temos que começar a bombar e desde já!
Este há-de ser um grande ano para o, já mais crescido, Clã 31.


Pelo menos, faremos por isso!


BOA CAÇA CAMINHEIROS!!

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Casa das Crianças de Tires

Um dos objectivos do ano passado era uma actividade de voluntariado com uma organização infantil. Muitas foram as propostas e decidimo-nos pela “Casa das Crianças de Tires”. A “Casa das Crianças de Tires”começou por ser um albergue para as crianças das reclusas da Prisão de Tires, mas actualmente, já não é tão exclusiva!! Em parceria com outros órgãos, a Casa neste momento aloja mais crianças de fora do que propriamente com ligação à Prisão, o que só é possível devido ao apoio e solidariedade de várias instituições como pelo esforço de diversos voluntários!!!!

Depois de vários contactos e algumas reuniões, lá acertámos pormenores e decidimos o dia da actividade.



Assim sendo, dia 17 de Setembro de 2011, de manhã, estávamos à porta da Casa. Ao chegarmos à casa, já estavam as crianças a nossa espera. Depois das apresentações feitas, começámos a actividade, rumo à Quinta da Alagoa, em Cascais. Este foi o local onde passámos a manhã, entre jogos divertidos e até um lanche a meio da manhã.

Para incutir um pouco o o espírito do CNE, criámos um sistema de equipas, atribuindo lenços de cores diferentes. Houve alguma zaragata, mas lá se conformaram ao sistema e até gostaram. Facilitou haver um lobito de um agrupamento local (1240 – Murtal) entre as crianças.

Os jogos foram variados e tentámos sempre incluir algo nosso, com o objectivo de aprenderem algo, enquanto se divertiam.

Com o “Jogo da Corda”, incitámos a união.

Com o “Jogo da Malha” e com o “Jogo da Tábua”, incitámos a precisão, o desportivismo e a competitividade.

Após as apresentações feitas, as equipas definidas, o lanche comido e todos os jogos terminados, partimos em direcção à Casa para o Almoço. Isto foi a nossa manhã!!

Devido a algumas idades, depois de almoço deu-se a “hora da sesta”, pelo que o jogo que tínhamos planeado não se pôde concretizar. MAS COMO NUNCA NOS DAMOS POR VENCIDOS, lá se deu a volta a coisa, e improvisámos alguns jogos nossos e mostrámo-nos receptivos a jogar outros que eles quisessem.

Acabámos por fazer o “Jogo do Kim”, jogámos Uno, futebol e, entre outros, até jogámos as escondidas, algo que muitos de nós já não jogava à anos.

Depois de entregar um Caderno de Campo e os lenços como lembrança, tivemos que nos despedir. O dia foi bem passado e o nosso objectivo foi conseguido: dar às crianças um dia diferente!

Fomo-nos embora, mas ficou a promessa de voltarmos, para um dia igual!


JOÃO NUNES

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Drave - 2011

DIA 22 DE JULHO: SEXTA-FEIRA

E assim foi, que no dia 22 de Julho de 2011, o clã do 495 saíu de Sto António, pelas 18-18.30. Com a chefe Susana Costa ao volante e o Tiago e o seu GPS chinês de co-pilotos lá nos fomos guiando para fora de Lisboa. Luísa, Joana e Nunes pelo meio, sempre a causar animação, nem que fosse com a sua revista estranha de piadolas engraçadas. E claro, atrás, na cauda do acontecimento junto das mochilas e ferramentas, lá ia eu, e o Ivo e a Cátia, os dois agarrados ao mp50 (by Susana) da Cátia.

A primeira paragem deu-se a meio do caminho, numa estação de serviço, onde o jantar foi a ordem de trabalhos, assim como a compra do novo bikini da chefe, que por sorte do destino lhe sorriu assim que entrou na loja!!!!

De barriga cheia e bikina na mochila, lá prosseguimos a nossa viagem. A noite começava a cair, e novamente uma paragem estava à vista, perto da belíssima igreja de Carvalhais, onde claro aproveitámos para recordar o momento com a "pelingrafa".


Carrinha lá vamos nós! E lá fomos. O maravilhoso do GPS do Tiago decidiu pregar partidas, e era já uma da manhã quando numa das muitas paragens para a carrinha arrefecer (de 100 em 100 metros), a subir da grandiosa aldeia de Cova dos Montes, que o clã decidiu sair à sua (ou melhor, à estrada) e dançar ao som do pimba português mais característico (vídeos são de propriedade do clã pois poderiam chocar o leitor comum dado o seu conteúdo demasiado cómico).


Finalmente, devia ser duas da manhã quando demos com a entrada para DRAVE. Ups, eu disse entrada? Eu quis dizer inicio da longa e extenuante descida nocturna para a remota aldeia de DRAVE. Assim está melhor! A carrinha ficou a uns meros 3.1 km de distância da aldeia, distância essa sempre a descer, sob o negro da noite que mal nos deixava ver as muitas pedras que por sinal nos faziam cair.


A descida foi longa, e em todos os cruzamentos tomamos o caminho errado quase. Então, após 3.1km mais quase km e meio extra de enganos e batedores a procurar o caminho, lá chegamos à magnifica aldeia de DRAVE.


Novamente perdidos, pois só Deus sabia onde era o local de acampamento, acabámos por assentar arraiais ao lado da casa do Staff, que por sorte acordou e lá nos levou ao local certo. Eram então quase 5 da manhã quando a tenda estava a ficar pronta, e nós finalmente a ver os sacos cama a desenrolar! (ok, o Nunes e eu ainda voltámos atrás porque é engraçado fazer 3km extra pela madrugada, mas chiu, não contem a ninguém pois o motivo de tal coisa ficará em segredo de clã! lol)


DIA 23 DE JULHO: SÁBADO


Após um longo e terrível despertar, um longo pequeno almoço e preparação do almoço se seguiu...


...até que por fim, lá nos pusemos a caminho do Hike do dia: o PR14...


...trilho entre DRAVE e a aldeia mineira de Regoufe, com cerca de 8 km total, ida e volta.


O caminho nem era tão longo quanto isso, mas o terreno tinha um tanto de dureza para os nossos corpos, cansados do "hike" do dia anterior, bastante intenso, e cheio de peso às costas.


Sem dúvida um caminho muito bonito de se fazer, com paisagens maravilhosas, e cenários de filmes famosos, como o Salgueiro Zurzidor do Harry Potter!


Portanto, já cansados e a ver adiante a última descida escorregadia e "tropeçadiça" em direcção a Regoufe, resolvemos descansar à sobra de uma árvore...


...onde fomos visitados pelas cabras locais (sim, pelas cabras!).


Enfim a coragem foi adquirida e lá chegámos a Regoufe... No entanto o calor e cansaço era muito, e resolvemos simplesmente almoçar na periferia da mesma, deixando a visita às minas para outra altura.


O almoço foi calmo, e logo seguido de uma longe viagem de volta, onde a nossa chefe, ao chegar a DRAVE decidiu que queria fazer já o seu postal de boas férias pessoal :P


Chegados novamente a DRAVE, nem a campo chegámos, pois uma paragem obrigatória se verificou antes disso. O riacho que atravessa a pequena e mágica aldeia, cria uma lagoa pequena, que é refúgio, um perfeito Oásis, desta Base Nacional da IV secção. Nada em tantos anos de escuteiro me deixou tão realizado, como aquele momento de convivio ali na lagoa, onde caminheiros e chefes de clã de vários locais do país relaxavam quer fosse dentro de água...

...dando mergulhos...


...ou até mesmo secando ao sol nas pedras lisas adjacentes.


Um momento inesquecível e cujos vídeos estão reservados, pois a qualidade do mergulho do Tiago poderia ser roubada e perderíamos as próximas "Olímpiadas de Mergulho em DRAVE" (by Tiago). Seguida esta aventura aquática, logo gravámos um anúncio surpresa, que quem sabe será revelado num futuro próximo?


O dia terminou, com um jantar com sabor a campo e fogueira, e uma reflexão não em grupo com os demais clãs, por opção nossa, mas sim em intimidade de clã, no qual fizemos a análise e balanço do ano que agora terminava, e à luz do petromax eléctrico depositámos as nossas esperanças e desejos para o ano seguinte. O momento foi íntimo, e sem recordações fotográficas, pois tudo o que foi dito, ficará somente nas memórias e corações de todos os presentes (e certamente na alma dos que não puderam estar mas dos mesmos sentimentos partilham!).


DIA 24 DE JULHO: DOMINGO

O último dia havia chegado, e um acordar matutino, foi prontamente seguido de uma visita rápida à aldeia de DRAVE. Visitámos várias das casas reconstruidas pelo CNE, como por exemplo a casa de meditação do Fogo...


... A de reflexão e Oração do Silêncio...


... O refeitório cheio de recordações em forma de T-shirts, tradição iniciada por estrangeiras que se esqueceram da roupa que ali secava pendurada...



... e cujo forno cheirava ao dos nossos avós na aldeia, ao lado de um relógico extremamente criativo.


E foi então, que após a visita à aldeia, se iniciou o nosso serviço em DRAVE...


... Que consistiu em ajeitar as árvores jovens que haviam caido com a enxurrada de tempos anteriores,


...assim como refazer a fossa que drena para o riacho da sisterna das latrinas.

Um momento de trabalho árduo mas recompensador...


... E acompanhado de uma mística baseada em mãos e em tudo o que elas fazem e significam.

Pusemos então as nossas mãos e em união conseguimos terminar a nossa tarefa,

...para em seguida, arrumar as trouxas e voltar a subir a encosta até à carrinha. Estava quase no final a viagem, mas para sempre ficaria na memória tudo o que vivemos....


... Acompanhado da canção tema da nossa viagem:

Eu sei, eu sei, essa linda aldeia de DRAVE,
Que eu quero encontrar,
Já me perdi muito,
Mas não encontro aldeia igual,
Onde eu queira acampar,
A mais remota, mais escondida das aldeias,
Que Deus soube criar,
Ai a Saudade, e a esperança,
De voltar um dia, Sem ser para caminhar.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Dar Sangue e Visitar o Pavilhão do Conhecimento


Na tentativa de fazer actividades inovadoras englobando a ideia escutista o Clã 31 decidiu dar sangue! Uma maneira de ajudar aqueles que precisam e apenas com um pequeno esforço, inovando a imagem de que o escuteiro ajuda o velhinho a atravessar a estrada e pouco mais. No dia 21 de Maio todos fomos dar sangue ao IPO de Lisboa tornando-nos dadores. Daqui a alguns meses lá estaremos de novo para dar mais um pouco e, indirectamente, ajudar a salvar vidas. Decidimos que seria uma experiência nova e algo que, para uns, foi um desafio. Entre gritinhos ou choros de uns e a coragem e indiferença à dor de outros, vencemos a agulha gigante e sentimo-nos muito bem por tê-lo feito.

Do IPO seguimos para o Parque das Nações onde almoçámos e depois visitámos o Pavilhão do Conhecimento. Não será entendida como uma típica actividade escutista, mas o nosso clã gosta de inovar e conhecer coisas novas para que possamos ser melhores pessoas assim como escutas. Na primeira e segunda sala vimos coisas como, um tornado simulado ou bolhas de sabão gigantes ou ainda uma cama de pregos onde nos pudemos deitar. Dentro destas salas havia ainda a zona das crianças com experiências só para os pequeninos com coisas que, pessoalmente, achei fascinantes. Um exemplo disso era uma parede para a qual se atirava uma criança que usava um fato especial e ela ficava colada à parede, sem se magoar ou cair ao chão. A segunda parte da visita era a exposição “Sexo…E então?”, que mostrava aos jovens de todas as idades o que é a sexualidade e como isso afecta o nosso corpo assim como a nossa personalidade. Essa exposição era particularmente interessante pois explicava tudo detalhadamente recorrendo ainda a jogos para que as crianças entendessem claramente o que acontece ao corpo e à pessoa depois da puberdade, o que é o sexo, para que serve ou como nos podemos prevenir quando o fazemos. Explicava muito bem aquilo que às vezes os nossos pais têm vergonha de nos explicar. Finalmente, visitámos a última exposição, “Crime no Museu”, onde pudemos esquecer-nos de nós próprios por duas horas e ser verdadeiros detectives analisando provas para resolver um caso de assassinato. As salas de provas estavam super bem ilustradas, os suspeitos tinham entrevistas gravadas, tudo para que qualquer civil tivesse de agir como um analista forense e policia para resolver o caso. E resolver o crime não era tão linear como se pode pensar!

Resumindo, foi um dia diferente e divertido onde o clã 31 de SAC tentou inovar as suas actividades sem perder o rumo do escuta!

quinta-feira, 2 de junho de 2011

São Jorge

O são Jorge realizou-se no fim de semana de 7 e 8 de Maio em Queluz com o tema da Quimica,sendo esta uma boa actividade de caminheiros.
Os caminheiros no dia 7 de Maio reuniram-se todos para almoçar em conjunto,depois de almoço seguimos todos para o Quartel onde estavam os restantes caminheiros.Fizemos uma boa viagem até Queluz e quando chegamos lá cumprimentamos toda a gente arrumamos as nossas malas e fomos fazer o chek-in,mais tarde fomos buscar uma peça da tabela periodica que diria a qual equipa pertenciamos.Com a distribuição toda feita juntamo-nos em equipas e esperamos que nos dessem novas ordens até nos mandarem todos tirar uma foto em equipa,depois da bela foto seguimos até ao autocarro que nos transportou até a belissima Mãe de Água.Visitamos de facto um sítio muito bonito foi pena é que nem todas as equipas tivessem conseguido subir ao top por falta de tempo,em seguida partimos a pé até ao Aqueduto das Água Livres onde começou o nosso jogo,que seria um gênero de hike desde o Aqueduto das Águas Livres até a escola onde iamos pernoitar.Chegamos a escola já de noite,carregamos com as nossas moschilas para dentro e enquanto esperavamos que todas as equipas chegassem e que nos dessem a ceia,jogamos as cartas,cantamos,jogamos matraquilhos foi um bom serão.A ceia estava muito boa,foi servida no recreio da escola,era uma ementa e perâs,Caldo Verde e chouriço assado.Hum que delicia.A seguir a Ceia ficamos a conviver com membros de outros clãs e ate jogamos as escondidas no meio da escola,foi bastante divertido.Fomo-nos deitar bastante tarde por isso dormimos muito pouco.No dia seguinte tomamos o pequeno almoço,tivemos um pouco de tempo na conversa e depois tivemos a missa já na presença de todas as secções,quando a missa terminou almoçamos e voltamos para casa.Tivemos de facto um bom fim-de-semana.


Luísa Santos